No último dia 07 fui ao cinema para assistir um filme de comédia, em vez de ir a alguma festividade em comemoração ao dia da independência.
De princípio não foi nada difícil escolher o filme. Após ler aqueles folhetos onde colocam todos os filmes, optei por assistir Se beber, não case. Eu nunca ri tanto num filme como eu ri com este. Até hoje, quando lembro do filme e de alguma cena, eu não disfarço o sorriso. Enfim, recomendo.
Após a escolha do filme e a fila da pipoca, a coisa mais difícil foi segurar a pipoca e o refrigerante (grande) na fila, enquanto aguardava a abertura da sala. Muita gente, muitas filas e pouca organização. O que me tirou a paciência algumas vezes.
Enfim… Sentado, começam a passar os trailers, e foi neste interregno temporal que o meu mundo sacolejou. Um dos trailers de maior destaque e tempo foi o de um filme que conta a história de um homem. Dou aqui as características deste homem: Brasileiro, metalúrgico, barbudo, populista, político, petista, semi-analfabeto, sem um dos dedos da mão esquerda, dono de um dos partidos mais corruptos do Brasil e é casado com uma mulher que é primeira dama (dizem).
O filme, que será lançado entre este e o início do próximo ano, conta sua trajetória de vida até os dias de hoje. Desde quando nasceu, na pequena e pacata cidade de Garanhuns, até sua estadia do Palácio do Planalto. Sim, meus caros, o filme conta a história do Presidente. E sim, em época pré-eleitoral. E sim, com o claro intuito de alinhar sua imagem a da companheira Dilma, presidenciável no próximo pleito.
No cinema, ouvi de diversos lugares um burburinho. Alguns diziam “não acredito”. Outros “noooossa, que merda”. Outros “FDP”.
O presidente pode até ser burro, mas o marqueteiro dele, não. Nada mais propício lançar um filme deste, em uma época desta. Ainda mais quando sua candidata está cambaleante nas pesquisas.
Pesquisei, posteriormente, e, passa na boca do povo, que este filme foi o que mais recebeu recursos na história do cinema brasileiro, algo entorno dos R$17 milhões.
Não sou contra que os presidentes conte suas histórias ao povo. Ao contrário, acho isso fundamental para a composição histórica de nosso país. Entretanto, isso deveria ser colocado ao grande público, só depois que ele terminasse o mandato, e depois das eleições. O FHC mesmo fez isso. Contou tudo em livro, citou o Serra mais de vezes. Mas lançou o livro em um momento que não poderia interferir em nada no processo eleitoral. Lula brinca com a inteligência e a memória das massas.
No filme que assisti tinha também um barbudo burro chegado numa bebida, porém, este me fez rir, ao contrário do presidente, que só nos faz lamentar sua existência.
Abraço,
Renato Gomes.

Para um povo que cultua , protege, dá dinheiro, briga, tenta virar carros de reportagens para defenderem o Bispo e a Bispa da Igreja Renascer.
Para um povo que vibra diante as belezas das criminalidades dos seus times de futebol
Para um povo em que 75% deles, gostaria de ter a oportunidade de ser politico para poderem roubar.
Um filme pró Lula só podemos entender com uma frase bem filosofica, bem educativa,bem culta e comum no nosso país de espertos hienas:]
Sorria, Jesuis te ama.
Não quer dizer nada, mas nossos ermãos adoram, ehehehehe
um abraço
mMm
Bom, vou dar uma de preguiçosa e vou “retwittar” o Miguel…rsrsrsrs (não vou escrever tudo de novo…rsrs).
É bem isso mesmo que ele disse, sem tirar nem colocar.
Bjo
Amira
Renato,
Parabéns pelo texto… embora não concorde com alguns pontos… a crítica sempre ajuda na democracia…
Grade abraço…
Eduardo
Grande Edu!
Seus comentários, concordando ou não, são sempre bem vindos. Gostaria que me relatasse os pontos que não concorda (aqui ou por e-mail). O debate com pessoas inteligentes trazem grandes benefícios para minha formação.
Obs.: Quanto mais chove, mais o pó aumenta… rs
Grande abraço,
Renato Gomes.