Depois de um tempo adormecido, voltamos aqui para mostrar-lhes indignação. E um blog político só pode se demonstrar indignado com mais uma atitude do governo federal do presidente Lula Molusco.
Há algumas semanas vi uma manchete numa TV que fica dentro de um elevador, que estava mais ou menos assim: “Planalto informa que doará 10 milhões de dólares para a reconstrução de Gaza”.
Ta. Convenhamos que a diplomacia é algo que se deve construir entre as nações, porém, creio que existão meios mais saudáveis e menos dispendioso como o que se apresentou acima.
Aí, o nobre leitor pode dizer; Pô! O Renato perdeu o coração? Cadê a sensibilidade com os povos amigos? E eu responderei, ínclito amigo: Tenho coração e sensibilidade com os problemas das outras nações, porém, sou brazuca. Primeiro nós, depois eles.
Fundamento isto numa matéria que passou não lembro onde, um dia antes de ler esta manchete, e que falava das cidades brasileiras com o menor IDH (Índice de Desenvolvimento Humano). As três ultimas cidades nunca, repito: NUNCA tiveram água encanada e tratada em suas vidas. A única fonte de água potável que esse povo sofrido dispões é a que o estado manda através de caminhão-pipa, que chega nas cidades quase vazio, haja vista que muita água fica pelo caminho, pois o caminhão não tem boas condições para o transporte.
A assim vem aquela questão da sensibilidade. Acredito veementemente que a diplomacia com outras nações pode ser neste momento construída de outra forma, como por exemplo, redução de taxas quando da comercialização de nossos produtos (e com os produtos deles). Incentivo e facilitação para abertura de empresas estrangeiras em nosso solo, visando um depósito pecuniário e uma geração de empregos no País.
Agora, dar dinheiro assim, de mão beijada?! Não aprovo! Assim como não aprovo o perdão de dívidas que outros países possuem conosco (salvo algumas exceções).
Em suma, vamos primeiro organizar nossa infra-estrutura, nossa educação, nossa saúde, etc., para depois pensarmos em ajudar a reconstruir Gaza.
Um grande abraço,
RENATO GOMES.
